sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Normas Técnicas - ABNT NBR
Seguindo as tendências internacionais, onde o desenvolvimento de normas técnicas tem sido utilizado como ferramenta de organização e desenvolvimento do setor de turismo, o Ministério do Turismo criou o Projeto de Normalização em Turismo de Aventura.
A normalização é uma maneira de organizar as atividades pela criação de regras ou normas técnicas, visando contribuir para o desenvolvimento econômico e social de uma região, um país ou um segmento.
O objetivo da normalização em turismo de aventura é desenvolver um sistema de normas técnicas que possibilite o desenvolvimento deste segmento com qualidade e segurança. Essas normas são criadas no âmbito da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o fórum nacional de normalização, com ampla participação de todos os interessados, incluindo empresas, organizações, profissionais, consumidores, institutos de pesquisa e universidades, além do governo.
Por meio da criação de 25 normas técnicas, o Projeto pretende contribuir para a profissionalização da operação do turismo de aventura no Brasil, criando um ambiente propício para a sua inserção no mercado internacional e atraindo um fluxo relevante de turistas estrangeiros para o país.
Sempre que for fazer atividades de aventura procure por empresas que seguem as Normas Técnicas de Turismo de Aventura. Várias atividades têm normas específicas e existem quatro que são gerais, ou seja, podem ser aplicadas em qualquer atividade de Turismo de Aventura. Saiba quais são:
ABNT NBR 15285 – Turismo de aventura - Condutores - Competência de pessoal - Norma que define os conhecimentos que os condutores de turismo de aventura devem ter para proporcionar segurança e conforto aos clientes.
ABNT NBR 15286 – Turismo de aventura - Informações mínimas preliminares a clientes – estabelece quais são as informações que toda empresa ou profissional deve fornecer ao cliente para informá-lo sobre o que esperar e como se preparar para o passeio ou viagem oferecida.
ABNT NBR 15331 – Turismo de aventura - Sistema de Gestão de Segurança - Requisitos – Norma que define os requisitos necessários para gerenciar os riscos e sistematizar os procedimentos de segurança. Toda empresa de turismo de aventura do país deve conhecer e seguir esta norma como referência.
ABNT NBR 15500 – Turismo de aventura – Terminologia – Norma que define os termos comumente utilizados nas diversas atividades de Turismo de Aventura, incluindo termos relacionados à segurança, serviços e equipamentos.
As normas técnicas de Turismo de Aventura estão disponíveis gratuitamente para consulta no site www.abntnet.com.br/mtur
A normalização é uma maneira de organizar as atividades pela criação de regras ou normas técnicas, visando contribuir para o desenvolvimento econômico e social de uma região, um país ou um segmento.
O objetivo da normalização em turismo de aventura é desenvolver um sistema de normas técnicas que possibilite o desenvolvimento deste segmento com qualidade e segurança. Essas normas são criadas no âmbito da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o fórum nacional de normalização, com ampla participação de todos os interessados, incluindo empresas, organizações, profissionais, consumidores, institutos de pesquisa e universidades, além do governo.
Por meio da criação de 25 normas técnicas, o Projeto pretende contribuir para a profissionalização da operação do turismo de aventura no Brasil, criando um ambiente propício para a sua inserção no mercado internacional e atraindo um fluxo relevante de turistas estrangeiros para o país.
Sempre que for fazer atividades de aventura procure por empresas que seguem as Normas Técnicas de Turismo de Aventura. Várias atividades têm normas específicas e existem quatro que são gerais, ou seja, podem ser aplicadas em qualquer atividade de Turismo de Aventura. Saiba quais são:
ABNT NBR 15285 – Turismo de aventura - Condutores - Competência de pessoal - Norma que define os conhecimentos que os condutores de turismo de aventura devem ter para proporcionar segurança e conforto aos clientes.
ABNT NBR 15286 – Turismo de aventura - Informações mínimas preliminares a clientes – estabelece quais são as informações que toda empresa ou profissional deve fornecer ao cliente para informá-lo sobre o que esperar e como se preparar para o passeio ou viagem oferecida.
ABNT NBR 15331 – Turismo de aventura - Sistema de Gestão de Segurança - Requisitos – Norma que define os requisitos necessários para gerenciar os riscos e sistematizar os procedimentos de segurança. Toda empresa de turismo de aventura do país deve conhecer e seguir esta norma como referência.
ABNT NBR 15500 – Turismo de aventura – Terminologia – Norma que define os termos comumente utilizados nas diversas atividades de Turismo de Aventura, incluindo termos relacionados à segurança, serviços e equipamentos.
As normas técnicas de Turismo de Aventura estão disponíveis gratuitamente para consulta no site www.abntnet.com.br/mtur
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
ACESSIBILIDADE A TODOS !!!
A UNA_ECOADVENTURE APÓIA ESTA IDÉIA E VOCÊ ???
MAIS DETALHES SOBRE ESSE TRABALHO ACESSE:
É TEMPO DE ACORDAR GALERA E NOS UNIR !!!
Brasil cai de 34º para 62º em ranking ambiental dos EUA
O Brasil caiu para o 62º lugar em um índice de performance ambiental elaborado pelas universidades americanas Yale e Columbia, informa Janaína Lage, de Nova York.
O resultado coloca o Brasil atrás dos EUA, que ocupam o 61º lugar, com bom resultado em indicadores como qualidade de água potável, mas desempenho ruim na emissão de gases-estufa e poluentes.
Na última edição, há dois anos, o Brasil ocupava o 34º lugar.
Ainda assim, países com crescimento econômico acelerado, como China e Índia, estão muito atrás no ranking, e ocupam respectivamente o 121º e o 123º lugares.
As ações brasileiras para reduzir as emissões provocadas pelo desmatamento na Amazônia ficaram em sexto lugar em uma lista que classifica as melhores medidas específicas na luta contra o aquecimento global, apresentada nesta quinta-feira (5), na Espanha.
Intitulado "O melhor e o pior das políticas climáticas e da recuperação econômica", o relatório apresentado pelas ONGs ambientais WWF e E3G avalia as ferramentas utilizadas pelos países do G20, medindo o sucesso ambiental e econômico.
Na primeira e segunda posição do ranking ficou um programa de "eficiência energética em edifícios" do governo alemão.
O relatório salienta que as políticas climáticas não apenas geram benefícios ambientais, mas também melhoram e diversificam a economia, levando-se em conta que os países do G20 são responsáveis por três quartos das emissões de gases de efeito estufa no mundo.
"Este relatório mostra que os governos que aplicam medidas para combater a mudança climática terão êxito e ocuparão uma posição de liderança", disse Kim Carstensen, diretor da iniciativa global das alterações climáticas da WWF.
"Apelamos ao G20 para conduzir uma estratégia de investimento na economia verde", acrescentou.
Os ministros da Fazenda do G20 se reúnem neste fim de semana no Reino Unido, onde deverão apresentar propostas concretas sobre o financiamento para ajudar países emergentes a desenvolver uma economia de baixa emissão de carbono.
O Brasil caiu para o 62º lugar em um índice de performance ambiental elaborado pelas universidades americanas Yale e Columbia, informa Janaína Lage, de Nova York.
O resultado coloca o Brasil atrás dos EUA, que ocupam o 61º lugar, com bom resultado em indicadores como qualidade de água potável, mas desempenho ruim na emissão de gases-estufa e poluentes.
Na última edição, há dois anos, o Brasil ocupava o 34º lugar.
Ainda assim, países com crescimento econômico acelerado, como China e Índia, estão muito atrás no ranking, e ocupam respectivamente o 121º e o 123º lugares.
As ações brasileiras para reduzir as emissões provocadas pelo desmatamento na Amazônia ficaram em sexto lugar em uma lista que classifica as melhores medidas específicas na luta contra o aquecimento global, apresentada nesta quinta-feira (5), na Espanha.
Intitulado "O melhor e o pior das políticas climáticas e da recuperação econômica", o relatório apresentado pelas ONGs ambientais WWF e E3G avalia as ferramentas utilizadas pelos países do G20, medindo o sucesso ambiental e econômico.
Na primeira e segunda posição do ranking ficou um programa de "eficiência energética em edifícios" do governo alemão.
O relatório salienta que as políticas climáticas não apenas geram benefícios ambientais, mas também melhoram e diversificam a economia, levando-se em conta que os países do G20 são responsáveis por três quartos das emissões de gases de efeito estufa no mundo.
"Este relatório mostra que os governos que aplicam medidas para combater a mudança climática terão êxito e ocuparão uma posição de liderança", disse Kim Carstensen, diretor da iniciativa global das alterações climáticas da WWF.
"Apelamos ao G20 para conduzir uma estratégia de investimento na economia verde", acrescentou.
Os ministros da Fazenda do G20 se reúnem neste fim de semana no Reino Unido, onde deverão apresentar propostas concretas sobre o financiamento para ajudar países emergentes a desenvolver uma economia de baixa emissão de carbono.
Assinar:
Postagens (Atom)





